Ontem, por convite do Padre Baltazar, (pároco de umas aldeias pequenas pertencentes à província de Teruel e bem longe da cidade), nós seminaristas e o Padre Santiago, nosso director, fizemos um passeio rural junto ás margens do rio chamado de “Ebrón” que une as povoaçoes de Tormón e El Cuervo. Um percurso do qual todos gostámos pela sua beleza e singularidade, e que pelos vistos o Seminario Interno do próximo ano também fará, de forma mais organizada e com mais tempo. Com bastante cansaço e muito apetite comemos, acompanhados, agora também, pelo Padre Baltazar na residência paroquial em Alobras, um dos seus “pueblos”, como lhe chamam aquí. Já depois do almoço, estivémos a conversar um pouco com algumas pessoas da povoaçao, incluído o presidente da Junta. Seguimos o nosso passeio, agora de carrinha, para visitar as igrejas das povoaçoes onde o Padre Baltazar trabalha e também umas pinturas rupestres sem grande interesse para nenhum de nós, a nao ser o facto de terem sido descobertas por padres vicentinos que alí se encontravam em Missao. No fim de tudo isto, e já em casa, celebrámos a Eucaristia.
Ao longo do dia, deparámo-nos com o problema da seca bem visível nos campos de trigo absolutamente minúsculo e seco, e até num senhor que teve de recorrer á fonte da povoaçao para buscar agua, pois em sua casa nao havia. Sem dúvida, um bom motivo para pedirmos a Deus que chova, sobretudo para os que dela precisam e nao sabem nem têm possibilidade de a conseguir…
ASS Bruno
Ao longo do dia, deparámo-nos com o problema da seca bem visível nos campos de trigo absolutamente minúsculo e seco, e até num senhor que teve de recorrer á fonte da povoaçao para buscar agua, pois em sua casa nao havia. Sem dúvida, um bom motivo para pedirmos a Deus que chova, sobretudo para os que dela precisam e nao sabem nem têm possibilidade de a conseguir…
ASS Bruno
1 comentário:
Bruno, achei «curioso» o teu breve comentário sobre a vossa reacção às pinturas rupestres descobertas pelos padres vicentinos.
Por aqui, tb há muita gente a sofrer por causa da seca. é caso para dizer que os céus não querem nada connosco. 1 abraço extensivo a todos os «cohermanos»
NPita
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