segunda-feira, julho 04, 2005

SEMINÁRIO INTERNO POR TERRAS DE S. VICENTE DE PAULO - I


No passado fim de semana (1 a 3 de Julho), como nos havia sido prometido no inicio, o Seminário Interno saiu de Teruel para visitar o «Berço» do nosso Fundador. Foi uma viagem animada e muito interessante.
Saímos na sexta-feira, pelas 8:30 h. O sol já havía extendido os seus quentes raios há algum tempo, mas os olhos teimavam em fechar-se. Cheio o depósito de gasóleo, verificada a pressão de ar dos pneus, saímos em direcção ao nosso primeiro destino: Zaragoza. Aí nos esperava Santi, nosso estimado Director, que como extra, nesta viagem desempenhou o papel de guia.
Como «raios» saímos de Zaragoza orando ao Senhor dos Céus e da Terra. As nossas vozes unidas louvavam e pediam protecção ao Senhor e Deus dos pobres.
Primeira paragem: «Monasterio de la Oliva».
Este interessante e muy antigo mosteiro Cisterciense, é um lugar onde se respira história em cada canto por onde se passa. Ai tivemos também a possibilidade de observar a devoção com que os monjes cantavam a hora sexta.
Segunda paragem: Sangüesa.
Esta antiga cidade, com uma interessante zona histórica, foi o local onde recuperámos energias com um bom almoço. O método de escolha do restaurante foi o mais acertado: entrámos onde estavam comendo os trabalhadores municipais e da construção civil. Bem almoçádos seguimos viagem... como «raios»!!!
Assim chegámos a Javier.
Ai, estivémos no local de nascimento de S. Francisco Xavier, hoje uma bonita igreja. Ao lado, e em outra igreja, vimos, o Bruno e eu, algo que nos encantou: um painel de azulejos, oferta do embaixador português, escritos em português, sobre o envio do Santo de missão para a India pelo rei de Portugal.
Saídos de Javier dirigimo-nos ao mosteiro de Leyre. Mais um mosteiro muito antigo e igualmente rico em história, histórias e interesse. Ai descobri uma santa quase homónima: Santa Nunilo, mártir. Bem podem imaginar a risada que foi...
Depois, já o sol se preparava para ir iluminar o outro lado do planeta, chegámos a Pamplona. Ai ficámos muito bem instalados na comunidade vicentina.
Antes de jantar, e porque não se pode perder tempo, fomos dar uma volta pela cidade, passámos pela catedral, pelas ruas tipicas, e tomámos algo numa esplanada. Depois de jantar, e porque não se pode desperdiçar tempo, fomos dar uma volta mais. Já cansados fomos descansar para restaurar energias para o segundo dia da nossa viagem.

Nuno Miguel Lopes, cm

NOTA – os segundo e terceiro dias ficarão para as próximas crónicas... é sempre bom manter o suspense...

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