Como o prometido é devido, aqui está a segunda parte do esboço de relato das peripécias e lugares da nossa viagem do último fim de semana...
Depois de uma noite bem dormida, de recarregadas as baterias para o nosso segundo dia de maratona, tomado o pequeno almoço, e arrumada a cozinha, montámos na nossa estimada carrinha e partimos em direcção a terras gaulesas.
A viagem foi tranquila, sem problemas ou enganos, e outra coisa não se esperava, depois de termos elevado as nossas vozes em coro numa cantada oração de louvor ao Criador...
Cruzámos a fronteira e, para surpresa geral, o milagre aconteceu: o Luis Miguel já não falava que não o francês...
Chegámos ao «Berceau de Saint Vincent de Paul».
Para os que já aí haviam estado antes foi um regresso a casa. Para os que aí se encontravam por primeira vez, foi um descobrir a beleza da simplicidade do lugar. Visto um pequeno video que serviu de ambientação, dirigimo-nos à casa de S. Vicente. Aí celebrámos, tão festiva como emocionadamente, a eucaristia no lugar de nascimento do nosso Fundador.
Terminada a eucaristia, assinado o livro de visitas e tiradas as fotos necessárias, visitámos a igreja.
Como se chegava a hora da comida, dirigimo-nos a Saint Vincent de Paul para almoçar, mas como nesse dia o único restaurante da terra estava fechado fomos para Dax. Aí, junto a uma das fontes termais, almoçámos (uns melhor que outros, mas é o que dá não aproveitar as aulas de francês...).
Depois passámos pela casa do Sr. De Commet, pela Catedral e pelas ruas da cidade.
Saindo de Dax fomos a Buglose, para podermos ver a imagem da Virgem que foi venerada por S. Vicente.
Despois de bebermos da água que dizem ser milagrosa, voltámos ao Berceau para comprar uns «souvenirs» e cumprimentar a comunidade de «Lazaristes». Os souvenirs comprámos mas da comunidade nem sinal (o que é normal porque sendo um sábado estavam ocupados com os seus ministérios). Só pudémos cumprimentar a um sacerdote da Provincia de Polónia, com quem falámos alegremente em francês... até houve um que lhe falava tão alegremente que convencido que lhe estava a falar em francês só lhe saía espanhol... era eu!
Como não estávamos para ficar, e o ritmo da nossa viagem era marcado pela expressão «como raios», tendo dado uma volta por aí, vista a casa do seminário interno, voltámos à estrada e desta vez de regresso a espanha: San Sebastián nos esperava...
Em San Sebastián visitámos a casa e a comunidade «paúl», onde tomámos uma refrecante bebida.
Como raios fomos para a cidade, estacionámos a carrinha e partimos em maratona turistica: La Concha, Iglesias, Catedral (ao longe), ruas típicas (de ambiente duvidoso), Ayuntamiento,... até que regressámos à carrinha frescos como umas alfaces colhidas há duas semanas!?!
Regressámos a Pamplona e, depois de jantar, partimos para um passeio mais (desta vez só para desentorpecer as pernas...) e tomar um copo (numa esplanada de um café com o nome «Chaves»)...
E o dia chegou ao fim... os olhos já piscando de sono, os corpos cansados... e fomos dormir...
zzzzzzzzzz
Nuno Miguel Lopes, cm
Nota: Falta a Parte III... amanhã sairá...
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