Depois de longas e cansativas negociações com o Bruno, para ver quem escrevia o quê sobre o dia de ontem, dia em que fomos a Zaragoza para mais um encontro de Formação Permanente da Zona Centro desta provícia da CM, coube-me escrever sobre o tema e conclusões.
Como pontos de partida para a nossa reflexão prévia, a nivel pessoal e comunitário, tivemos os pontos II e III do documento final da 40ª Assembleia Geral da CM (“Una mirada atenta al presente” e “Una mirada atrevida al futuro”), o texto “Al alba del Tercer Milenio – Retos para la Congregación de la Misión en Europa”, de Cristian Sens, c.m. (publicado em “Vicenciana”, 2000 (Janeiro – Fevereiro), pp. 40-48), e as seguintes questões:
1. ¿Te parece que sigue siendo actual la afirmación de Pablo VI: “nuestros contemporáneos escuchan mejor a los testigos que a los maestros”? ¿Qué implicaciones conlleva para nosotros, seguidores de Cristo Evangelizador de los pobres?
2. ¿Qué pasos estamos dando para que nuestro servicio evangelizador resulte significativo: en nuestros ministerios tradicionales; iniciando con los pobres nuevos caminos de evangelización?
3. ¿Es adecuada nuestra formación continua para responder competentemente a los nuevos desafíos de la misión? ¿A qué podemos comprometernos?
4. ¿Hasta qué punto nos interrogan las llamadas “nuevas pobrezas”? ¿Qué respuestas estamos dando?
5. ¿Cómo afrontamos el diálogo interreligioso?
6. ¿Qué hacemos personal y comunitariamente para suscitar nuevas vocaciones misioneras?
7. ¿De qué manera nos proponemos concretar en nuestras comunidades y en nuestra Provincia los compromisos de la Asamblea General para reforzar nuestra actividad apostólica, para potenciar su dimensión misionera?
Como sería de esperar, não se conseguiu responder a todas as questões,e, para ser sincero, nem tal se tentou. O que se fez, então, foi uma partilha sobre os textos e as questões na generalidade mas sem estar preso a qualquer tipo de esquema.
Na partilha foi-se falando de experiencias de missão tão distintas e, ao mesmo tempo, tão semelhantes como são, para esta Província, Honduras e a Paróquia de San Vicente de Paúl em Zaragoza; da importância do testemunho com a vida a acompanhar a pregação; das novas formas de pobreza e da dificuldade que é actuar em relação a elas; das dificuldades que a Igreja vive aqui em Espanha; do discernimento de quais as obras que a CM deve manter e, principalmente, deve procurar realizar no nosso mundo actual; ...
Poderão perguntar: «E tu, que pensas?»
Eu penso e sinto que, neste mundo novo que é o nosso, sou chamado a viver a minha vocação de forma radical. Radical, para mim, porque bem assente sobre a raiz que é Jesus Cristo Evangelizador dos pobres. Radical, para o mundo, porque seguindo um caminho que parece tão diferente e, para alguns, absurdo. Radical porque só assim o meu testemunho será evangelizador. Só serei verdadeira testemunha de Jesus Cristo se na minha vida e no meu viver os outros O puderem reconhecer. E que melhor forma de reconhecer a Cristo que no serviço e evangelização dos mais pobres?
Ass: Nuno Miguel Lopes
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