Uma das vertentes da formaçao permanente é o convívio. Outra, é a própria formaçao, o debate e conclusoes que se retiram do que é debatido. A formaçao permanente, que teve lugar em nossa casa, na quarta-feira passada e que se realiza uma vez por mês (a próxima é dia 15 de Dezembro), teve como base de reflexao o Documento Final da XL Assembleia Geral (2004). A partir de "Una mirada atenta al presente" a reflexao conjunta recaiu sobre 7 perguntas interpeladoras:
1 - ¿Hasta qué punto somos capaces de leer, interpretar y situarnos como misioneros ante los signos de los tiempos?
2 - ¿De qué medios nos estamos sirviendo para configurarnos con Cristo Evangelizador de los pobre y revestidos de su mismo espiritu?
3 - ¿sabemos con exactitud para qué estamos en la Iglesia?. Y lo que hacemos¿es significativo?
4 - ¿Qué nos identifica como miembros de la Congregación de la Misión hoy?
5 - ¿Cuál es tu grado de satisfación respecto a la Congregación y su efectividad en la Iglesia? ¿ Qué contagias a los que te rodean?
6 - ¿Detectas signos de cansancio en la Provincia de Zaragoza (ou Portuguesa)? Explica tu respuesta y confróntala con los miembros de la comundad.
7 - ¿De qué manera nos proponemos concretar en nuestras comunidades y en nuestra pro´vincia los compromisos de la Asamblea General Para revitalizar nuestra identidad vocacional vicenciana?
Em cada comunidade, antes deste encontro de formaçao, foi lido e meditado, em conjunto e em particular, o Documento final da Assembleia Geral, acompanhado de um artigo do Padre Miguel Pérez Flores com o título: "Sacerdotes de la misión para una nueva evangelización", para se partilhar neste encontro de formaçao. Nao foi possível analizar e responder a todas as perguntas na reuniao, mas algumas interpelaçoes ficaram presentes: que estamos numa "mudança de época" em que as nossas Igrejas estao a ficar vazias e a necessiadade de respondermos concretamente a esta situaçao; a importancia da formaçao permanente, mas sem esquecer a sua vertente practica: a formaçao deve estar dirigida para a acçao; a pouca predisposiçao para a mudança, adaptaçao a uma nova realidade: propoem-se algo de novo para cada paróquia e todos dizem tudo bem, menos na minha...; a necessidade de originalidade para atrair os jovens, que sao o futuro da Igreja. Tudo isto e muito mais foi mensionado, para além de outras ideias que agora nao me recordo.
Para a próxima serei mais concreto... pois acho que é algo enriquecedor para todos nós. O que reflectimos aqui também pode e deve ser feito em relaçao à Província Portuguesa e por cada confrade.
ASS. BRUNO
domingo, novembro 14, 2004
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1 comentário:
Sigo com interesse as vossas notícias de Teruel, as tuas e as do Nuno. Maravilhosa Internet!
Obrigado por este texto. Vê-se que estais atentos ao futuro. Entendes, não é?
Um abraço, também para os teus colegas espanhóis. A ver se conseguis convencer o vosso director a mostrar-lhes Lisboa...
R.A.
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